Road trip em Portugal com meus pais – Parte II

Então vamos a segunda parte da viagem. Até porque a aventura de verdade aconteceu no segundo dia da nossa viagem.

Como contei no primeiro post – se você ainda não leu a parte I, clique aqui – decidimos dormir em Coimbra. Nosso destino final seria a Serra da Estrela, apesar de ser março, quase Primavera, tinha tido uma nevasca no final de semana anterior. Portanto, era uma boa chance de ver a Serra branquinha, como ela deve ser.

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Road trip com meus pais – parte I

Sim, já faz um tempo. Na verdade, já tem tempo suficiente para eu desejar todos estes dias de novo. Mas, já que estou voltando com o blog, não poderia deixar de falar da vinda dos meus pais para Portugal. Afinal, ‘antes tarde do que nunca’.

Desde que vim para cá, em 2014, já imaginava o quão incrível seria receber meus pais. E, em março de 2016 isso finalmente aconteceu. Só quem fica longe sabe qual é a ansiedade de saber que daqui uns dias você vai encontrar seus pais no aeroporto. É bom demais!

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Road Trip: De carro desde Portugal até a França

Prepare-se, pois este post vai ser longo.

Um pouco antes da chegada do verão, eu e Dudu começamos a pensar nas mil possibilidades para este período. A medida que íamos pesquisando, o desanimo aumentava, junto com os preços das passagens, dos hostels e tudo mais. Porém, o Jo estava por vir, no início de Agosto e a gente ia viajar.

Marrocos, Croácia, Leste Europeu e muitos outros destinos vieram em mente, mas os ajustes ao orçamento eram necessários. Com pouco dinheiro no bolso, mas muita vontade de viajar, decidimos fazer uma viagem de carro. Logo que o Jo chegou, começamos a pensar nas possíveis rotas. Assim, decidimos chegar até Bordeaux, na França, para conhecer as prais próximas a cidade.

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Leia ouvindo qualquer música do Calvin Harris, David Guetta e afins…


Partimos. Eu assumi o volante, e a ida não foi fácil. Foram 970 Km com apenas duas paradas, saímos de Braga às 13h e chegamos lá a meia noite. Cruzamos Portugal e Espanha, em apenas um dia. Foi puxado, mas assim que entrei na cidade vi que tinha valido a pena. Bordeaux é linda, charmosa e animada, pelo menos estava. Chegamos em casa, que alugamos no Airbnb e nos arrumamos para dar uma volta e comer algo. Frustração máxima! Neste meio tempo, todos os lugares fecharam, e na única porta que encontrei aberta, perguntei se eles sabiam um lugar onde eu pudesse comer. Ele respondeu que esta hora já estava tudo fechado. Mais uma vez perguntei, “Nem um MC Donald’s, lanchonete ou algo 24 horas” e ele delicadamente disse: “C’est la France”. Aceitamos e voltamos para casa, fizemos um macarrão e cama.

A ideia para o dia seguinte era praia…mas não contávamos com os 16ºC e o tempo nublado. Tudo bem! Fomos explorar a cidade. Que cidade linda! Tive a impressão de estar numa mini paris, charmosa, mais barata e ideal para explorar de bicicleta, que foi o que fizemos. Passamos o dia todo rodando de bike e terminamos o dia num pique-nique à beira do Rio, que aliás parece ser o programa oficial dos habitantes. Foi delicioso, a cidade estava muito animada, muitas pessoas curtindo a Garrone, que é o nome do rio e da região à beira. Demos uma volta ainda pelo centro à noite, fomos a um barzinho com minha amiga Mari, que mora por lá e nos mostrou mais um cado da cidade.

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A Place de la Bourse é o ponto central de Bordeaux


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A basílica de Saint-Michel é simplesmente absurda

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Descabelado, mas feliz!

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Bike é a melhor opção para a cidade

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A Place de la Bourse de outro ângulo

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Bikes, bikes, bikes ❤

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A Rue Saint-Catherine é a maior rua para pedestres da Europa

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Esta escultura próxima a Opéra é fantástica

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Este trem é ouotra opção de transporte que atende a cidade toda

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A fonte da Quinconces é uma das mais bonitas que já vi na vida






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O dia seguinte amanheceu novamente nublado e decidimos zarpar…

O destino foi San Sebastián, um balneário chique da Espanha, inserido no País Basco. Por sinal, eu nem sabia direito o que é o País Basco, ou Euskal Herria, na língua local. Mas, é uma região culturalmente autônoma da Espanha, que há anos luta por independência, assim como como a Cataluña. O idioma falado lá é o Basco, que não se parece em nada, com nada. Mas, todos falam castelhano, sem problemas. Ainda assim, é muito interessante ver uma cidade com placas, anúncios, sinais tão diferentes da nossa. A cidade é linda, praiana e cara. Os preços são muito mais parecidos com os de Paris, do que com os praticados no restante da Espanha. Para piorar estava frio e chovendo. Tudo bem, fomos conhecer San Sebastián na boa. A orla e o centro histórico são lindos, e eu que estava desanimado de ir até lá, por causa do preço, fiquei muito feliz de ter ido.

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A foz do rio Urumea em San Sebastián

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O hotel Maria Cristina é um dos must-see da cidade

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Playa de la Concha

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As charmosas ruas do centro da cidade

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O antigo cassino da cidade, hoje em dia é a Prefeitura.




A ideia era partir de lá para Bilbao, a capital do país Basco, mas simplesmente não conseguimos encontrar acomodação que coubesse no nosso orçamento. Mais uma nota mental sobre o verão… Ficamos o dia todo tentando encontrar algo, e a medida que foi anoitecendo, e não tínhamos onde ficar, começamos a abrir o horizonte. Ah, antes que você pergunte, “porque você não ficou em San Sebastián”, eu lhe digo. O único hostel disponível estava cobrando 110 euros, num quarto com quatro pessoas, apenas. Pesquisa vai, pesquisa vem, resolvemos arriscar e reservamos uma hospedagem rural, numa vila à 50 km de Bilbao, numa vila chama Barrón, ainda no País Basco.

MEU DEUS! Que experiência! A hospedagem era no meio do nada, no caminho para lá não vimos uma viva alma, apenas de um veado cruzando a estrada. Cheguei a ficar com medo sobre onde eu estava indo. Chegamos lá, a senhora dona do local nos recebeu com toda simpatia, mesmo dizendo que nenhuma reserva constava para ela. Logo na chega as constatações, sem Wi-Fi e nada de rede telefônica. E agora? Rsrs! E aí que foi incrível, ficamos na varanda da casa, estava bem frio, tomando vinho, vendo o céu estrelado e filosofando sobre a vida, com a certeza de que nunca esqueceríamos aquele dia.

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A hospedagem rural onde passamos a noite

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Barrón

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A igreja abandona da vila

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Uma vibe Minas Gerais no meio da Espanha

Acordamos, demos uma volta pelas cinco casas e uma igreja abandonada da vila, ganhamos um pacote de nozes da dona e partimos. Completamente estarrecidos com a experiência. Abortamos a ideia de ir até Bilbao e seguimos para León, na região de Castilla y León, na Espanha. Esta cidade, pequena e charmosa, faz parte da rota de Santiago de Compostela. As grandes atrações são a Catedral e Casa Botines, uma das únicas construções de Gaudí fora da região da Cataluña.

Depois de um delicioso almoço e passeio, rumamos de volta a Portugal, ainda faltavam mais de 300km, mas depois de mais de 1000 e tantos, isso parecia pouco. Chegamos no fim do dia, ainda há tempo de lanchar. Exaustos, destruídos, mas felizes até a tampa.

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O centrinho de León

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A suntuosa Catedral de Léon

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A casa Botines de Antoni Gaudí

Obrigado por ler o post todo.

Abraços,

Juan Salomão

4 dias em Paris e muitos quilômetros andados

Sempre que posto uma foto de alguma viagem no instagram, fico imaginando o quanto as pessoas não sabem o perrengue por trás daquela foto. Digo isso, porque do lado de cá do Atlântico a gente tem mais chance de viajar, no entanto, isso não significa hotel 5 estrelas, limusines e primeira classe. Ainda bem que não, pois só estou tendo oportunidade de ver os lugares por existirem companhias aéreas low cost, Airbnb e amigos, é claro.

Minha última viagem foi pra Paris, sem dúvida um sonhos de criança sendo realizado, afinal, pra quem gosta de moda, cultura, arte, design, lá é o paraíso. Tinha alguns receios em relação a cidade. Conheço muita gente que não gostou de Paris, seja pelo atendimento, hospedagem ou pelo preço. Sim, Paris é cara. As refeições são caras, a hospedagem é cara e as atrações também. Portanto, planeje-se! Sou fã do Airbnb, e foi nele que eu e a Raquel, ficamos. Algumas um quarto dentro de uma casa, próximo a estação Parmentier. Fomos super bem recebidos pela família, o quarto era espaçoso, com banheiro e uma entrada separada da casa, ou seja, privacidade total. Fomos do Porto para Paris de Ryanair, o que não aconselho tanto, pois o aeroporto Beauvais fica muito longe do centro de Paris, e o único transfer custa 34 euros ida e volta. Sendo assim, dê uma olhada na easyjet, companhia low cost que voa a partir do Charles de Gaulle.

Ficamos quatro dias em Paris, sendo que um foi dedicado a Disneyland, que contarei em um post separado. A cidade tem muita coisa para ver, portanto planejamos bem os nossos dias, para que desse para ver o máximo de coisas, aliando tempo e dinheiro. Acabamos escolhendo em ver a cidade por fora, ou seja, nada de entrar em todos os museus, lojas, galerias e tudo mais. Além da quantidade de turistas absurda, com filas enormes em cada atração, Paris é linda e vale ser vista da rua. Não é a toa que flanar é atividade preferida dos locais. Sendo assim, não tivemos preguiça, logo no primeiro dia descemos na estação próxima a Torre Eiffel, a Trocadéro, cruzamos a Torre e seus jardins, passamos pelo Invalides, Tuileries, Louvre, Saint-Honoré, Champs-Élysées e muitas outras ruas charmosas, que deixaram nossas pernas doloridas de tanto caminhar.

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Muito amour!

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Torre Eiffel vista dos Jardins do Trocadéro

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Vista do Champo de Marte

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Champ du Mars

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Les Invalides

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A ponte mais linda de Paris: Alexandre III

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O Arco do Triunfo ao fundo

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Jardin des Tuileries

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Boo!


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No dia seguinte fomos ao Palácio de Versailles, que eu recomendo pensar duas vezes, caso sua estadia seja curta na cidade, e aproveitamos o clima da Fête de la Musique, que todos os anos leva os parisienses e turistas para as ruas, com o intuito de celebrar a chegada do verão. Confesso que não podia ter escolhido data melhor. A temperatura estava ótima, o clima de Paris delicioso e as pessoas muito bem humoradas. Neste mesmo dia, fui conhecer o Centre Pompidou, o bairro descolado Le Marais e Montmartre.

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Galeria dos Espelhos que faz a fila valer a pena

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Versailles

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Centre Pompidou ❤

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Vista da Sacre Coeur de Montmartre

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Nosso vôo de volta era só às 21 horas, então tínhamos o dia todo para passear. Começamos o dia pelo Canal Saint-Martin, uma região de Paris que está fervilhando, com lojas design, supermercados orgânicos e muita gente de bike de lá pra cá. De lá seguimos para Notre Dame de Paris, que estava com uma fila de dar volta no quarteirão. Passeamos pela Île de la Cité, pela Ópera e seu entorno, e demos uma última volta pela Saint Honoré, para um último pulinho na Colette.

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Canal Saint Martin

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Uma esquina qualquer 🙂


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Merci Paris!

Se eu tinha uma impressão estranha de Paris, ela foi embora. Tive uma experiência fenomenal, fui bem recebido, acolhido e atendido em todos os pontos da cidade. Espero voltar ainda muitas vezes!

Quem estiver planejando uma ida para Paris, mas está com dúvidas e questões, fique à vontade para perguntar aí nos comentários!

Beijos,

Juan

Londres low cost: Dicas de um roteiro barato na terra da Rainha.

Eis que no final de 2014, aproveitei as férias de inverno do mestrado e juntei duas grandes vontades: Matar saudade dos meus grandes amigos Carol e Philipe e conhecer a Inglaterra. Os dois moram em Cambridge, a famosa cidade da universidade e dos exames de proficiência em inglês.O plano era ficar em Cambridge e  deslocar uns dias pra Londres, que fica apenas a uma hora de trem de lá.

Então, eu e Dudu juntamos as malas, achamos uma passagem com um preço esperto na Ryanair e partimos. A única desvantagem é que saindo do Porto pela companhia low cost o aeroporto de chegada na Inglaterra é o Stansted, que pra gente foi uma maravilha, pois ele fica bem perto de Cambridge, mas pra quem vai direto pra Londres fica longinho.

Além de realizar essa viagem, que era um sonho há tempos, eu estava muito ansioso pra ver meus amigos que não via há mais de um ano. Além de poder passar o Natal com eles, o que foi MUITO especial.

Cheguei em Cambridge por volta da uma da manhã (o voo atrasou muito), fui do aeroporto para a cidade num ônibus que demorou cerca de 40 minutos. Logo na entradajá me senti em um dos filmes do Harry Potter, todas aquelas casinhas de tijolos, aquela neblina baixa, luzes fraquinhas e uma quietude na rua, e claro, a temperatura não passava dos 5ºC. Apesar de chegar tarde, ainda conseguimos colocar os abraços e papos em dia. No dia seguinte fomos conhecer a cidade por onde todo cientista sonha em estar pelo menos uma temporada. Afinal, por lá passaram nomes como Newton, Stephen Hawking, Ernest Rutherford e muitos outros prêmios Nobel.

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Philipe, Carol, Dudu e Eu em uma das pontes de Cambridge!

Bom, mas vamos a cidade que é linda, charmosa, bucólica, cortada por canais, e constituída basicamente dos colleges da Universidade. O sistema é bem diferente do brasileiro, mas resumindo é assim, ao entrar na Universidade de Cambridge você precisa escolher um college e ser aprovado por ele, tipo Sonserina ou Grifinória mesmo, cada um tem uma característa, alguns focados em esporte, outros em artes, e por aí vai, mas os meninos me disseram que por lá você pertence ao college antes de pertencer a universidade. Outra parte bacana de estar com a Carol e com o Philipe é que como ele são alunos de lá, tive acesso a várias áreas restritas, porque por lá os alunos mandam e a hierarquia é intensa.

Cambridge é assim, um paraíso na terra, calma, bucólica, mas cheia de opções de restaurantes, lojas, museus,pubs (muitos!) num ritmo completamente oposto a Londres.

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Rua dos Alfeneiros? Podia ser…

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Um dos muitos campos em Cambridge

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Uma de muitas fotos minhas em um dos muitos campos em Cambridge.

blogueiro em tour por Cambridge

Caius College in Cambridge

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Ah, Londres… Amor verdadeiro, amor eterno!
Acho que é uma cidade-sonho de muita gente no mundo, né? Pelo menos pra mim era e espero voltar muitas vezes.
Pegamos um trem de Cambridge até a estação King’s Cross, o trajeto dura pouco mais de uma hora, com paisagens campestres, e é o monumental estádio do Arsenal  que marca a mudança do cenário. Fui direto ao hotel que me hospedei, não gente, não era 5 estrelas, vocês sabem que este blogger que vos fala trabalha mais com a linha low cost, e eu só fiquei num hotel porque era mais barato que qualquer hostel. Fiquei super bem localizado no EasyHotel da Victoria Station, uma estação enorme que reúne ônibus, trem e metrô. O hotel era super simples, um quarto minúsculo, praticamente do tamanho da cama, e um banheiro pequenino, mas super limpo e com um preço muito justo 39 libras pra duas pessoas, em Londres, no natal e Boxing Day (a Black Friday britânica com preços surreais)…foi uma pechincha.

Como tinha dois dias na cidade tive que reunir tudo que queria ver, e aproveitar da experiência dos meninos na cidade, para aproveitar o tempo. Como este post já está longo demais vou fazer um resumão. Fui ao Museu de História Natural, o Victoria & Albert e National Gallery, lembrando que todos são gratuitos. Caminhei pelo Soho, Carnaby St, andamos da Picadilly a Oxford Circus, passeamos a beira do Thames, fomos ao Parlamento, o Big Ben, Westminster, London Tower, London Bridge, Trafagal Square, Candem Town ❤ e a troca da guarda da rainha (maior programa de índio da vida, não percam tempo), acho que foi isso tudo mesmo e claro entrando em algumas lojas incríveis, mas no caso, só entrando mesmo. Ou seja, um London-Express, mas que deu pra ter uma noção muito grande da cidade.

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O Museu de História Natural.

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Candem Town, o paraíso existe!

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Embrulha o brechó inteiro pra mim?!

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Não foi eu que cortei a foto, juro!

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Programa de índio a 0ºC

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DSC01873 Casaco Asos, Golão Primark, Calça Zara, Bota Dr. Martens.



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Thanks UK ❤

Como deu pra perceber a Ryanair só permite uma pequena mala por pessoa, um dos motivos da passagem ser barata, levando em conta que estávamos em pleno inverno, só os casacos ocupam boa parte, por isso, o look predominante foi casacão, cachecol, camisa, calça e bota preta, pra não ter erro!
Se você aguentou ler o post inteiro espero que tenha gostado. Se você está planejando, já foi ou queira ir pra Inglaterra e tiver dúvidas é só comentar aqui embaixo!

Beijos,

Juan Salomão